Ele há letras de músicas que para mim não passam de verdadeiras incongruências poéticas. Letras que não fazem qualquer sentido. Porque será?! Será que isso aconteceu porque o autor desconhecia o tema; porque não conseguiu arranjar uma rima melhor; ou porque andava a fumar alguma coisa estranha?!
Veja-se o exemplo da cantilena que nos habituamos a ouvir e a cantar, desde crianças, por altura dos santos populares: "S. António já se acabou; o S. Pedro está-se a acabar; S. João, S. João dá cá um balão para eu brincar.". Pergunto: o S. Pedro não é posterior ao S. João?! É...!!! Então, sendo assim, o pregão não devia dizer "o S. Pedro está-se a acabar", se ele (o S. Pedro) ainda nem começou… ou estou enganado?!
E o que dizer daquelas que foram feitas para os petizes?! Essas que supostamente deveriam ter um carácter educativo e pedagógico?!
Peguemos, no exemplo do: “Atirei o pau ao gato-to; mas o gato-to, não morreu-eu-eu...”. Pergunto: a ideia que se pretende transmitir aos petizes é que se deve atirar paus aos gatos para os matar? Não faz sentido.
E o que dizer desta: “O sapo não lava o pé; não lava porque não quer; O sapo mora na lagoa e não lava o pé porque não quer; mas que chulé… Qual é o sentido? É que as crianças vejam o sapo como um animal repugnante e malcheiroso?
Devia ser proibido fumar substâncias alucinogénas enquanto se escreve... para tal já nos basta o Rui Reininho...
Luís Alturas, 14 De Julho de 2011

Realmente não fazem lá muito sentido! Anda meio mundo a construir uma educação, baseada em princípios e valores e outro meio mundo a destruir; é o que é!
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