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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Mas que Diabo

Ele há letras de músicas que para mim não passam de verdadeiras incongruências poéticas. Letras que não fazem qualquer sentido. Porque será?! Será que isso aconteceu porque o autor desconhecia o tema; porque não conseguiu arranjar uma rima melhor; ou porque andava a fumar alguma coisa estranha?!

Veja-se o exemplo da cantilena que nos habituamos a ouvir e a cantar, desde crianças, por altura dos santos populares: "S. António já se acabou; o S. Pedro está-se a acabar; S. João, S. João dá cá um balão para eu brincar.". Pergunto: o S. Pedro não é posterior ao S. João?! É...!!! Então, sendo assim, o pregão não devia dizer "o S. Pedro está-se a acabar", se ele (o S. Pedro) ainda nem começou… ou estou enganado?!

E o que dizer daquelas que foram feitas para os petizes?! Essas que supostamente deveriam ter um carácter educativo e pedagógico?!

Peguemos, no exemplo do: “Atirei o pau ao gato-to; mas o gato-to, não morreu-eu-eu...”. Pergunto: a ideia que se pretende transmitir aos petizes é que se deve atirar paus aos gatos para os matar? Não faz sentido.

E o que dizer desta: “O sapo não lava o pé; não lava porque não quer; O sapo mora na lagoa e não lava o pé porque não quer; mas que chulé… Qual é o sentido? É que as crianças vejam o sapo como um animal repugnante e malcheiroso?

Devia ser proibido fumar substâncias alucinogénas enquanto se escreve... para tal já nos basta o Rui Reininho...



Luís Alturas, 14 De Julho de 2011

1 comentário:

  1. Realmente não fazem lá muito sentido! Anda meio mundo a construir uma educação, baseada em princípios e valores e outro meio mundo a destruir; é o que é!

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